As batatas que oferecemos são nativas da cordilheira dos Andes, que, além de serem orgânicas, não passaram por nenhuma modificação genética.

A batata, considerada um dos quatro pilares da alimentação humana, juntamente com trigo, arroz e milho, é cultivada em mais de 160 países, com produtores destacados como China e Índia.
Mas a questão é: estamos comendo aquelas que não foram geneticamente modificadas? A batata que consumimos são batatas nativas?
As Montanhas dos Andes são o berço de uma vasta diversidade de batatas nativas, com cerca de 3500 a 4000 variedades de batatas nativas. Ela teve origem nos Andes, na América do Sul, cerca de 8 mil anos atrás, onde começou a ser cultivada pelas civilizações locais da região.
Mas nas primeiras décadas do século 20, os cientistas começaram a combinar genes de batatas convencionais com genes de batatas selvagens para obter resistência a pragas. E é por isso que a maioria das batatas cultivadas e consumidas hoje são o resultado de testes e cruzamentos, que resultaram nessas batatas transgênicas, híbridas e mutantes.
O tubérculo de batata consiste aproximadamente em 80% de água, 18% de carboidratos e 2% de proteínas.
Eles possuem vários nutrientes, como carboidratos, fibras, vitaminas do complexo B, vitamina C, potássio e magnésio.

